Seminário discute reforma política


Seminário discute reforma política

Jumariana Oliveira – Especial para a Folha

O III seminário de Ciências Políticas, realizado pelo Grupo Ser Educacional em parceira com a empresa Contexto Estratégias Política e de Mercado, reuniu ontem políticos, es­tudiosos e universitários para falar sobre estratégias de campanha e, em especial, sobre um dos temas  mais polêmicos em debate no Congresso Nacional, a Reforma Política. O evento aconteceu no auditório do edifício anexo da Assembleia Legislativa.

Durante a tarde, o seminário foi marcado pelas palestras do economista Maurício Romão, do cientista político Jorge Zaverucha e do deputado federal Augusto Coutinho (DEM), que falaram sobre temas relacionados à reforma. Segundo Maurício Romão, a Reforma Política, do jeito que está sendo discutida, não vai trazer grandes mudanças para o País. “Ninguém muda assim. Querem mudar tudo de uma vez. Em outros países, fazem mudanças pontuais. Estamos há 65 anos num sistema e, se simplesmente passarmos para outro, vamos levar contaminações”, criticou.

Por sua vez, o deputado Augusto Coutinho opinou que o primeiro erro da discussão sobre o tema foi ter dividido duas comissões, uma no Senado e uma na Câmara Federal, para votar sobre a Roforma. O democrata ainda disse que cada parlamentar “está pensando no que é melhor para si, para o seu partido, não para o Brasil”.

Maurício Garcia, diretor de atendimento e planejamento do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), discorreu sobre o papel que as emoções representam na política. “O político que não diz o que pensa num discurso, passa uma sensação de que não é honesto. O leitor passa a julgar com a emoção. Às vezes queremos fazer uma coisa mas a emoção nos leva a fazer outra”, explicou.

Já o professor da Universidade Federal de Pernambuco Adriano Oliveira, falou sobre a influência das pesquisas eleitorais. Segundo o cientista político, “as pesquisas não po­dem prever algo, mas elas su­gerem o futuro”. “As pesquisas permitem que nós revelemos o instante, mas fatores negativos podem influenciar na última hora”, explicou.

Fonte: Folha de Pernambuco

Sobre Denis Wesley

Pode invadir ou chegar com delicadeza Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir... Não grite comigo, eu tenho o péssimo hábito de revidar... Tenha vida própria, me faça sentir saudades... Conte umas coisas que me façam rir... Acredite nas verdades que digo e nas mentiras, elas serão raras, mas sempre por uma boa causa... Respeite meu choro... Deixe-me sozinho, só volte quando eu chamar, e não me obedeça sempre é que eu também gosto de ser contrariado... Invente um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o inverta as vezes... Então: Sou Denis Wesley, muito prazer.

Publicado em 14/05/2011, em Seminários. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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