A sociedade de segurança máxima


A sociedade de segurança máxima

A sociedade de segurança máxima, a cada dia, consolida-se em nossas práticas cotidianas, muitas vezes sem percebermos o quanto ela é violadora de direitos. Mais do que nos afastarmos, a cada dia, nós nos orientamos em direção a uma sociedade de segurança máxima, e este parece ser um caminho sem volta, característico da pós-modernidade. O artigo foi republicado em 2003, em uma coletânea organizada pelos sociólogos Dominique Monjardet (Centre National de la Recherche Scientifique – França) e Jean-Paul Brodeur (Centre International de Criminologie Comparée – Canadá), por sua importância nos estudos sociológicos sobre crime e controle social.

A sociedade de segurança máxima por Gary T. Marx (tradução de Adriana Loche). PLURAL, Revista do Programa de Pós‑Graduação em Sociologia da USP,

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Sobre Denis Wesley

Pode invadir ou chegar com delicadeza Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir... Não grite comigo, eu tenho o péssimo hábito de revidar... Tenha vida própria, me faça sentir saudades... Conte umas coisas que me façam rir... Acredite nas verdades que digo e nas mentiras, elas serão raras, mas sempre por uma boa causa... Respeite meu choro... Deixe-me sozinho, só volte quando eu chamar, e não me obedeça sempre é que eu também gosto de ser contrariado... Invente um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o inverta as vezes... Então: Sou Denis Wesley, muito prazer.

Publicado em 28/09/2011, em Sociologia Geral. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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