Semana de Ciências Sociais da UNICAMP 2012


Semana de Ciências Sociais da UNICAMP

Promover a Semana de Ciências Sociais é antes e tudo criar um espaço de trocas. É construir um lugar tanto para debates contemporâneos, quanto para a socialização. De 01 a 04 de outubro de 2012.http://www.ifch.unicamp.br/semanacs/

Veja alguns resumos da SEMANACS – UNICAMP

Minicurso 1: “A linguagem do cientista social: elementos para uma escrita consciente e responsável”

Responsável: MS. José de Souza Muniz Júnior (ECA-USP)

Número de Participantes:Mínimo de 3; máximo de 15.

Atenção: Os participantes deverão trazer papel e caneta para a execução dos exercícios práticos.

Resumo

A atividade profissional e acadêmica do cientista social (formado ou em formação) depende, em grande parte, da escrita. Afinal, com frequência ele precisa redigir projetos de pesquisa, relatórios, informes, relatos etnográficos, descrição e análise de processos sociais etc. Contudo, nem sempre o cientista social está atento aos aspectos não gramaticais da linguagem, e particularmente à questão da legibilidade. Isso envolve, em especial, a construção adequada de frases, períodos e parágrafos; a tomada de consciência sobre as escolhas vocabulares; o uso ponderado dos jargões de área, estrangeirismos e modismos; a clareza na explicitação das relações de causalidade; e o uso apropriado de dados numéricos. Portanto, este minicurso destina-se àqueles que buscam aperfeiçoar suas competências de escrita e, particularmente, aos interessados em produzir textos acessíveis aos leitores brasileiros pouco proficientes.

Objetivos

Este minicurso tem três objetivos principais: 1) fornecer, aos alunos e profissionais da área de Ciências Sociais, subsídios para uma prática de escrita mais consciente e responsável; 2) despertar para a necessidade de redigir textos legíveis aos leitores pouco proficientes, de modo a democratizar a produção do conhecimento; 3) instrumentalizar com técnicas de redação aqueles profissionais envolvidos com públicos não especializados (por exemplo, nas atividades de comunicação dos sindicatos, ONGs, centros de cultura e movimentos sociais, bem como na publicação de textos de divulgação científica).

Dinâmica

O minicurso será composto por três partes. A primeira, expositiva, abordará breves discussões teóricas sobre os seguintes temas: relação entre escrita e poder; leitura, alfabetização, letramento e proficiência; legibilidade, ética e responsabilidade. A segunda parte, ilustrativa, trará exemplos comentados da produção escrita em Ciências Sociais. A terceira parte, que é prática, consistirá na execução de exercícios com textos desse campo do conhecimento. Os exemplos e os exercícios serão planejados de modo a cobrir os diferentes interesses dos alunos, abrangendo diversos temas (cultura, trabalho, violência etc.) e âmbitos de circulação (divulgação científica, informes para trabalhadores e comunidades, textos de mediação em instituições culturais etc.).

Fundamentos e Prática com o Software TerraView”

Responsáveis: Roberto do Carmo (IFCH/NEPO/UNICAMP); Bruno Speck (CESOP/IFCH/UNICAMP); Flávia da Fonseca Feitosa (INPE).

Número de Participantes:Máximo 20.

Atenção: Os participantes que efetuarem sua inscrição neste Minicurso e forem aceitos não poderão realizar a inscrição simultânea em outro minicurso.

Dinâmica

I. Fundamentos de Geoprocessamento (3h) – O problema da representação computacional do espaço – Tipos de dados geográficos – Estruturas de dados em SIG (Sistema de Informações Geográficas) – Exemplos de aplicações

II. Prática com o Software TerraView (6h) – Estrutura do software – Importação de dados – Ferramentas de análise básicas: consultas espaciais, consultas por atributo, mapas temáticos, gráficos – Operações geográficas: agregação, soma, intersecção, diferença, atribuição de dados por localização, criação de áreas de influência.

Minicurso 2: Projeto Temático Fapesp “Observatório das Migrações em São Paulo”: Surveys, Banco de Dados e Gestão da Informação em Ciências Sociais”

Responsáveis: Profª. Dra. Rosana Baeninger (IFCH/NEPO/UNICAMP); Dra. Roberta Peres (NEPO/UNICAMP) e Giovana Gonçalves Pereira (IFCH/NEPO/UNICAMP).

Número de Participantes: Máximo 20.

Atenção: O presente Minicurso, terá duração excepcional de quatro horas (9hrs-13hrs), perante a solicitação do “Observatório das Migrações de São Paulo”, na data de 11 de Setembro de 2012 à Comissão Organizadora da Semanacs.

Resumo

Frente às inúmeras possibilidades apresentadas por diferentes fontes de informação, faz-se necessário estabelecer uma discussão acerca do conhecimento, uso e gestão de uma gama de dados cada vez mais ampla também nas pesquisas em ciências sociais. O presente Minicurso é proposto pela equipe do Projeto Temático FAPESP “Observatório das Migrações em São Paulo”.

Objetivos

O Minicurso tem como principal objetivo oferecer subsídios aos pesquisadores de Ciências Sociais sobre o uso de fontes de dados primários e secundários, explorando grandes fontes de dados oficiais e também discutindo as principais metodologias acerca de pesquisas de campo e construção de instrumentos.

Dinâmica

Serão abordados os seguintes pontos ao longo do curso: – Fontes dados oficiais: IBGE, Sidra, Cidades@, Estados@, Datasus, Ipeadata, Fundação Seade. – Surveys: o que é preciso para construir um bom instrumento de coleta de dados? – Importância dos Surveys; – Preparação da pesquisa de campo; – Como construir um bom questionário; – Testes e calibragem do instrumento de pesquisa; – Tabulação dos dados; – Gestão da informação. Ainda que o leque de possibilidades apresentadas pelos dados disponíveis em fontes oficiais seja cada vez mais amplo, nem todas as perguntas – especialmente na área de ciências sociais – podem ser respondidas por eles. Daí a importância dos surveys, em suas diversas possibilidades de construção, para a realização de pesquisas que possam colocar uma lente de aumento nos objetivos de estudos de pesquisadores das ciências humanos. Assim, optou-se nessa oficina por abordar também os passos necessários à construção de uma boa pesquisa para levantamento de dados qualitativos em ciências sociais, desde a construção de um bom instrumento de coleta – questionários, roteiros de entrevistas em profundidade e outros – passando pela preparação do campo até a tabulação dos dados e a gestão da informação.

Minicurso 3: “Introdução à Sociologia da Globalização”

Responsável: Danilo Arnaut (IFCH-UNICAMP)

Número de Participantes: Ilimitado.

Resumo

Este curso pretende introduzir estudantes e pesquisadores das ciências sociais e áreas afins à problemática da globalização. O objetivo é apresentar alguns dos desenvolvimentos teóricos a respeito do tema, naquilo que vem sendo denominado Sociologia da Globalização. Para tanto, pretendo dividir o curso em dois níveis de discussão. O primeiro consiste em uma rápida visão da profundidade das transformações no âmbito das quais a globalização emerge enquanto tema de pesquisa sociológica. Com base nisso, avançaremos para o coração do curso, que será uma apresentação seletiva de algumas das principais referências teóricas do debate.

Objetivos

A expectativa é a de que, a partir do contato com um tema de pesquisa tão abrangente, dinâmico e atual como o da globalização, seja possível despertar o interesse dos participantes pela problemática.

Dinâmica

Sendo um curso introdutório, a dinâmica será, em princípio, expositiva. Contudo, a interação dos colegas participantes, suas contribuições, questões e comentários serão sempre muito bem-vindos. Não caberia, aqui, estabelecer qualquer literatura “obrigatória”. No entanto, eu gostaria de apenas sugerir a leitura de um pequeno ensaio de Octavio Ianni, intitulado “Globalização: Novo paradigma das ciências sociais” (Estudos Avançados, v. 8, n. 21, 1994, pp. 147-163), que está disponível gratuitamente na biblioteca digital SciELO (http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40141994000200009). Sendo, ao mesmo tempo, abrangente e bastante sintético, esse ensaio parece ser um bom recurso para familiarizar os participantes com uma das maneiras de se abordar o tema. Mas reafirmo que se trata apenas de uma sugestão, de maneira que a exposição não será feita com base nesse texto. Os participantes receberão, além disso, uma lista com indicações bibliográficas, para que possam, mais adiante, repensar de modo mais detido as questões apresentadas e discutidas durante o curso, conforme seus interesses.

Minicurso 4: “A pesquisa em Ciências Sociais a partir do Censo Demográfico Brasileiro”

Responsáveis: Henrique Frey (Doutorando em Demografia – IFCH/UNICAMP); Ednelson Mariano Dota (Doutorando em Demografia – IFCH/UNICAMP).

Máximo 25 alunos.

Resumo

O trabalho empírico é uma grande ferramenta para o embasamento das pesquisas realizadas na área de ciências sociais. Entretanto, percebe-se em muitos casos que há um distanciamento dos alunos em relação ao trabalho com dados por haver um pré-conceito estabelecido de que estes não são acessíveis para as ciências da sociedade. A política de disponibilização gratuita dos dados pelo IBGE e o avanço da capacidade de processamento dos computadores pessoais tende a possibilitar um avanço no trabalho com dados, sendo que este minicurso mostrará como podemos iniciar este trabalho, e quais as possibilidades que o Censo Demográfico apresenta para as pesquisas sociais.

Objetivos

A presente proposta tem por objetivo apresentar o Censo Demográfico brasileiro e as diferentes possibilidades de análise que se abrem aos estudantes das ciências sociais a partir deste importante instrumento de coleta de dados. Assim, busca-se apresentar aos estudantes e pesquisadores o processo que engloba i) a elaboração e aplicação dos questionários do Censo e ii) o tratamento e análise dos dados. Informações de alta importância como a abrangência do Censo Demográfico, as escalas de trabalho possíveis e as segmentações serão abordadas durante o curso. A apresentação, neste sentido, visa demonstrar as possibilidades do trabalho empírico a partir dos dados do Censo Demográfico, que pode enriquecer as pesquisas realizadas no âmbito do instituto.

Dinâmica

Aula expositiva com auxílio de apresentação em Power Point, e tabulação de alguns dados (em computador próprio) para exemplificar as possibilidades vislumbradas. As tabulações realizadas, que serão pré-estabelecidas pelos autores, possibilitarão que os alunos façam análises durante o minicurso, com o objetivo de salientar que o trabalho com dados está ao alcance de todos.GT’S

Fronteiras” entre as Ciências Naturais e as Ciências Sociais

Márcio Barreto

Possui graduação em Licenciatura em Ciências pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1989), mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1995) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Atualmente é professor da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas . Tem experiência na área de Física, com ênfase interdisciplinaridade na educação, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia da ciência, sociologia da tecnologia e percepção pública da ciência.

Lattes

Mauro Almeida

Ph.D. em Antropologia Social (Cambridge University, 1993) e Mestre em Ciencia Politica (Universidade de Sao Paulo 1979). Foi Tinker Professor na Universidade de Chicago em 2006, e fez pos-doutorado na Universidade de Stanford. É Professor no Departamento de Antropologia Social da Universidade Estadual de Campinas. Áreas de pesquisa: amazonia, reservas extrativistas, diversidade social, teoria antropológica. Participou da criação da reserva extrativista do Alto Juruá, e do planejamento da Universidade da Floresta (Universidade Federal do Acre – Campus Floresta). Entre suas publicações está o livro “A Enciclopedia da Floresta. O Alto Juruá: prática e conhecimentos das populações, em co-autoria com Manuela Carneiro da Cunha”.

Lattes

Stelio Alessandro Marras

Professor-pesquisador do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), Universidade de São Paulo (USP), desde maio de 2010. Pesquisador do Centro de Estudos Ameríndios (Cesta-USP) desde julho de 2011. Graduado em Ciências Sociais pela FFLCH/USP (1996), mestre em Antropologia Social pela FFLCH/USP (2002) e doutor em Antropologia Social pela FFLCH/USP (2009). Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em antropologia da ciência e da tecnologia, antropologia da modernidade, antropologia da doença e da cura, darwinismo, etnografia em laboratórios, pensamento social brasileiro.

Lattes

Pedro Ferreira

Professor MS-3 de Sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Doutor em Ciências Sociais pela mesma instituição (2006) com pesquisa financiada pela FAPESP sobre música eletrônica e xamanismo. Participou do Programa de Formação de Quadros Profissionais do CEBRAP (2007) e desenvolveu pesquisa de pós-doutorado no IFCH-Unicamp sobre as relações entre som e movimento na música eletrônica de pista (2008-2010). Já desenvolveu estudos nas áreas de migrações internacionais, etnologia sul-americana e imagem corporal. Contribuiu para fundação, em 2003, do grupo de pesquisas CTeMe, que atualmente co-coordena. Contribui desde 2004 com a revista Nada (Lisboa), tendo sido co-coordenador de seu décimo primeiro número (2008). Interessa-se pelo estudo transdisciplinar de processos sociotécnicos, tendo publicado artigos e organizado eventos em torno do tema.

Lattes

Sociologia pra quê: reflexões sobre a inserção da Sociologia no Ensino Médio

Amaury Cesar Moraes

Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo(1989), graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo(1980), mestrado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo(1991) e doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo(1997). Atualmente é MS-3 da Universidade de São Paulo e membro de conselho editorial da Revista do Centro de Educação da UFSM. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia do Conhecimento. Atuando principalmente nos seguintes temas:discurso pedagógico, retórica, construtivismo, metáfora.

Lattes

Julia Polessa Maçaira

Professora Assistente do Departamento de Didática da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente está cursando o doutorado em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Possui mestrado em Sociologia pelo PPGSA – UFRJ (2007), bacharelado e licenciatura em Ciências Sociais pela UFRJ (2002 e 2003, respectivamente). Tem experiência na área docente e de pesquisa, com ênfase em Formação de Professores de Sociologia, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, ensino de sociologia, livros didáticos.

Lattes

Amanda Villa Pereira

Estudante com participação no PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, vinculado a CAPES.

PIBID

Juliana Closel Miraldi

Estudante com participação no PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, vinculado a CAPES.

PIBID

Graduada em Sociologia e Licenciatura em Ciências Sociais pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Participou do intercâmbio acadêmico entre a Unicamp e a Université Sorbonne Nouvelle Paris 3 (2009-2010), no qual cursou Audiovisual e Cinema. Atua na área de sociologia com ênfase em teoria e pensamento sociológico contemporâneo, sociologia da cultura e antropologia social.

Lattes

Paulo Victor Albertoni Lisboa

Estudante com participação no PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, vinculado a CAPES.

PIBID

Estudante de graduação nas modalidades Bacharelado em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia e Licenciatura em Ciências Sociais – Geral no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas.

Lattes

Ciências Sociais no Brasil são Ciências Sociais do Brasil?

Helena Sampaio

Possui graduação em Ciências Sociais – Fac. de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – USP (1982), mestrado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1989) e doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (1998). Desenvolve pesquisas em educação formal (sistemas de ensino superior e setor privado de ensino superior) e em educação não formal (cultura popular, artesanato e economia criativa). Desde abril de 2010, desenvolve o projeto de pesquisa “Setor privado de ensino superior no Brasil: inovação e mercado” , com financiamento da Fapesp. Integra também a equipe de pesquisadores do Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas (NUPPs) da Universidade de São Paulo, onde participa como co-coordenadora da área de educação, do projeto “Brasil – 25 anos de democracia – balanço crítico: políticas públicas, instituições, e sociedade civil e cultura política”, que obteve financiamento da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP para o período 2011-2013. É docente da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Lattes

John Monteiro

Especialista em história indígena, com vasta experiência em pesquisa documental nas Américas, Europa e Índia. Possui graduação em História (Colorado College, 1978), mestrado e doutorado em História (Univ. Chicago, 1980 e 1985) e Livre-Docência (UNICAMP, 2001). Tornou-se, em 2009, Professor Titular do Departamento de Antropologia do IFCH-UNICAMP, onde leciona desde 1994 e foi Chefe deste departamento no biênio 2008-2009, reconduzido para o biênio 2010-2011. Atuou como professor visitante na Universidad Nacional de San Martín (2012), Harvard University (2003-04), University of Michigan (1997, 2010) e University of North Carolina-Chapel Hill (1985-86). Foi “Directeur dÉtudes Invité” na EHESS em Paris (1999) e pesquisador do CEBRAP (1991-1998). Lecionou na UNESP (Araraquara, Assis e Franca) entre 1986 e 1991 e coordenou o Centro de Estudos Latino-Americanos (CELA) dessa universidade. Orientou 14 teses de doutorado e 7 dissertações de mestrado; três teses orientadas ganharam prêmios nacionais. Orientações em curso: 7 doutorandos, 4 mestrandos e 2 iniciação científica. Coordenou o projeto “Guia de Fontes para a História Indígena e do Indigenismo” (1989-1994). É membro de várias associações científicas, com destaque para a ANPUH, na qual foi membro da diretoria em quatro gestões. Coordena o Centro de Pesquisa em Etnologia Indígena na UNICAMP. Mantém o site “Os Índios na História do Brasil” (www.ifch.unicamp.br/ihb), disponibilizando informações sobre esta área de pesquisa.

Lattes

Joice Melo Vieira

Professora do Departamento de Demografia (DD/IFCH) e pesquisadora do Núcleo de Estudos de População (NEPO) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Dedica-se à área de “Família, Gênero e Demografia”, tendo interesse pelos seguintes temas: infância e juventude; transições para a vida adulta (trajetórias, formação de família e mercado de trabalho); e tendências da fecundidade. Foi agraciada com o Prêmio Capes de Tese 2010 da área de Planejamento Urbano e Regional/Demografia.

Lattes

Valeriano Mendes Ferreira Costa

Possui doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1996). Atualmente é professor assistente doutor da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência nas áreas de políticas públicas, estudos legislativos, sociologia ambiental, reforma do estado, sociologia do desenvolvimento, federalismo, relações intergovernamentais, cultura politica. Foi pesquisador do CEDEC (1987-1998), do Cebrap (1999-2005) e atualmente é pesquisador do CESOP (Centro de Estudos de Opinião Pública) da Unicamp.

Lattes

Os Desafios teórico-metodológicos das Ciências Sociais na Atualidade

Omar Ribeiro Thomaz

Bacharel em História da Arte – Universidad de Barcelona (1989) -, graduação em Arte Dramática – Estudio de Formación de Actores Nancy Tuñón (1989) e doutorado Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (1997). Foi pesquisador do Centro Brasileiro e Análise e Planejamento por 12 anos e atualmente é professor da Universidade Estadual de Campinas. Realizou pós-doutoramento no Max Planck Institute for Social Anthropology (2007), em Halle Salle, Alemanha, com o apoio da Humboldt Foundation. Desenvolve pesquisa na área de antropologia da guerra e do conflito, tendo realizado pesquisa de campo no sul de Moçambique, em Uganda e no Haiti. Sua equipe, formada em grande medida por orientandos, vem realizando pesquisa em diferentes países africanos (com ênfase em Moçambique e África do Sul), no Haiti e em territórios da Europa central e oriental (em particular Sérvia, Bósnia e antiga República Democrática Alemã).

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Rachel Meneguello

Professora Livre-Docente do Departamento de Ciência Política da Universidade Estadual de Campinas; Diretora do CESOP_Centro de Estudos de Opinião Pública da UNICAMP; editora da revista OPINIÃO PÚBLICA. Membro do Planning Committee do Comparative Study of Electoral Systems (Univ.Michigan) e do Advisory Board of the Americas Barometer (Univ.Vanderbilt). Áreas de Pesquisa: partidos políticos e eleições; comportamento político e eleitoral; cultura política.

Lattes

Roberto Luiz do Carmo

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1992), mestrado em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (1995) e doutorado em Demografia pela Universidade Estadual de Campinas (2001). Atualmente é professor doutor do Departamento de Demografia da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência nas áreas de Demografia e Sociologia, atuando principalmente nos seguintes temas: população e ambiente, mobilidade espacial da população, gestão da água e condições de vida.

Lattes

Sobre Denis Wesley

Pode invadir ou chegar com delicadeza Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir... Não grite comigo, eu tenho o péssimo hábito de revidar... Tenha vida própria, me faça sentir saudades... Conte umas coisas que me façam rir... Acredite nas verdades que digo e nas mentiras, elas serão raras, mas sempre por uma boa causa... Respeite meu choro... Deixe-me sozinho, só volte quando eu chamar, e não me obedeça sempre é que eu também gosto de ser contrariado... Invente um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o inverta as vezes... Então: Sou Denis Wesley, muito prazer.

Publicado em 10/10/2012, em Eventos, Extensões Universitárias, Seminários. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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