Gerações e alteridade: interrogações a partir da sociologia da infância*


Manuel Jacinto Sarmento (Instituto de Estudos da Criança. Universidade do Minho)

APRESENTAÇÃO**

A constituição e legitimação do campo científico da Sociologia da Infância está em curso em todo o mundo, desde há pouco mais de uma década. O desenvolvimento recente deste campo de estudos acompanha os progressos verificados no plano internacional, onde a Sociologia de Infância foi reconhecida como o mais recente Comitê de Pesquisa da ISA (Associação Internacional da Sociologia) e um dos últimos grupos de trabalho a ser criados no interior da AISLF (Associação Internacional de Sociólogos de Língua Francesa). Também em Portugal o campo se encontra em constituição, tendo já originado os primeiros cursos de pós-graduacão e produzido teses, números temáticos de revistas científicas (Fórum Sociológico, 2000 e Educação, Sociedade e Culturas, 2002) e projetos de investigação na área. A constituição do campo concretiza-se na definição de um conjunto de objetos sociológicos específicos (no caso vertente, a infância e a criança como ator social pleno), um conjunto de construtos teóricos de referência e um conjunto de investigadores implicados no desenvolvimento empírico e teórico do conhecimento…O desafio a que nos propomos é interrogar o modo como construtos teóricos como “geração” e “alteridade” se constituem como portas de entrada para o desvelamento dos jardins ocultos em que as crianças foram encerradas pelas teorias tradicionais sobre a infância e de como esse conhecimento se pode instituir em novos modos de construção de uma reflexividade sobre a condição de existência e os trajetos de vida na atual situação da modernidade.

*O texto original foi apresentado no Congresso Português de Sociologia realizado em maio de 2004 na cidade de Braga, Universidade do Minho.

**Foi mantida a redação do autor em língua portuguesa conforme a grafia utilizada em Portugal, bem como o formato em PDF.

Texto completo aqui

Sobre Denis Wesley

Pode invadir ou chegar com delicadeza Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir... Não grite comigo, eu tenho o péssimo hábito de revidar... Tenha vida própria, me faça sentir saudades... Conte umas coisas que me façam rir... Acredite nas verdades que digo e nas mentiras, elas serão raras, mas sempre por uma boa causa... Respeite meu choro... Deixe-me sozinho, só volte quando eu chamar, e não me obedeça sempre é que eu também gosto de ser contrariado... Invente um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o inverta as vezes... Então: Sou Denis Wesley, muito prazer.

Publicado em 18/08/2013, em Sociologia da Infância. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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