Carreira profissional

Conheça um pouco mais sobre o curso de Ciências Sociais, a sua atuação no Mercado de Trabalho e informações sobre o curso na Universidade Federal de Sergipe

Profissão Sociólogo

Lei 6888/80
É da competência do sociólogo:

I – Elaborar, executar, supervisionar, coordenar, analisar ou avaliar estudos, trabalhos, pesquisas, planos, programas e projetos atinentes à realidade social;
II – Ensinar sociologia nas escolas e universidades;
III – Assessorar e prestar consultoria nas empresas, órgãos públicos, entidades e associações em questões relativas à realidade social.
Art. 3º – Os órgãos públicos e privados devem possuir no seu quadro de pessoal, profissionais de sociologia que poderão atuar nas atividades relacionadas à realidade social.

Ciências Sociais – UFS

Apresentação

A ideia de que somos capazes de refletir de uma maneira inteligente sobre a natureza do ser humano, sobre as relações que este mantém com seus semelhantes e com as forças espirituais, e sobre as estruturas sociais que ele mesmo criou e dentro das quais se move, é uma ideia pelo menos tão antiga quanto a própria história conhecida. Estas são questões já versadas tanto pelos textos religiosos que chegaram até nós, como pelos textos a que chamamos filosóficos. E ainda há a sabedoria oral transmitida ao longo dos tempos e tantas vezes passada a registro escrito.

Aquilo a que hoje chamamos ciências sociais são o herdeiro desta sabedoria. Mas trata-se de um herdeiro distante e porventura freqüentemente ingrato e nada reconhecido, já que as ciências sociais se definiram a si próprias como sendo a busca de verdades para lá dessa sabedoria obtida por legado ou dedução. As ciências sociais constituíram um empreendimento do mundo moderno. As suas raízes mergulham na tentativa – uma tentativa plenamente amadurecida já desde o século XVI, e que é parte integrante da construção do nosso mundo moderno – de desenvolver um saber sistemático e secular acerca da realidade, que de algum modo possa ser empiricamente validado.

Histórico

O curso de Ciências Sociais foi criado em 1990 como resultado de esforços de um grupo de professores que, desde os anos 60 quando da criação da Universidade Federal de Sergipe, se empenhavam nesta perspectiva.

Existiu desde a criação da UFS um sentimento muito forte entre os professores que estavam ligados ao ensino das Ciências Humanas, de propiciar o ensino ligado ao Curso de Ciências Sociais, de criar as bases para o desenvolvimento da pesquisa e formar profissionais para exercerem atividades na área das ciências sociais.

Durante mais de 20 anos tivemos várias tentativas frustradas de criação do curso de Ciências Sociais seja pela falta de infra-estrutura acadêmica e pedagógica, seja pelas dificuldades conjunturais impostas nas diversas épocas. Foi somente em 1990 que o Conselho Universitário da UFS, (através da resolução 05/90/CONSU) referendando a aprovação do Curso de Ciências pelo Conselho de Ensino e da Pesquisa ( através da resolução 19/90, de 26/03/90) aprovou o projeto acadêmico da criação daquele curso. A partir do primeiro semestre de 1991 o Curso de Ciências Sociais começa as suas atividades, tendo uma oferta anual de 30 vagas, preenchidas através de exames do vestibular.

Em 20 de março de 1997, através da Portaria No. 428, de 18 de março de 1997, o Ministro da Educação e dos Desportos reconhece e aprova os cursos de bacharelado e de licenciatura em Ciências Sociais da UFS.

O curso de Ciências Sociais a partir de então tem colocado como prioridade a qualificação do seu corpo docente e melhoria da qualidade do trabalho acadêmico.

Objetivos

São objetivos do Curso de Graduação em Ciências Sociais na Habilitação Bacharelado:

* formar profissionais em Ciências Sociais conscientes de suas responsabilidades sociais, políticas e culturais, enquanto técnicos, intelectuais e cidadãos;

* assegurar ao indivíduo que vai agir e interagir em teia complexa de ralações sociais, consciência crítica do mundo social onde vive, dos papéis que vai desempenhar e das opções político-ideológicas que fará como profissional-cidadão;

* elaborar planos técnico-ciêntíficos de ação social a partir do diagnóstico real da situação socioeconômica da comunidade rural e urbana.

São objetivos do Curso de Graduação em Ciências Sociais na Habilitação Licenciatura:

* formar profissionais em Ciências Sociais, conscientes de suas responsabilidades sociais, políticas e culturais, enquanto professores, intelectuais e cidadãos;

* assegurar ao indivíduo que vai agir e interagir em teia complexa de relações sociais, consciência crítica do mundo social onde vive,dos papéis que vai desempenhar e das opções político-ideológicas que fará como profissional cidadão;

* ministrar conhecimentos de Ciência Política no ensino médio, de modo a cumprir o que preceitua a Constituição do Estado de Sergipe no parágrafo 1º do Art. 215, Sociologia nos cursos fundamental e médio com base no art. 26 da Lei 9394/96 e desenvolver e assessorar pesquisas científicas voltadas para o ensino fundamental, médio e superior.

Estrutura e Funcionamento de Ensino

Aspectos Legais

Ano de instalação: Bacharelado – 1991; Licenciatura – 1991

Reconhecimento: Portaria nº 428 (D.O.U. 20/03/1997)

Projeto Pedagógico do Curso: Resolução nº 24/91/CONEP e nº 24/00/CONEP

Vagas

Anualmente são ofertadas 45 (quarenta e cinco) vagas no período diurno, com ingresso único no primeiro semestre letivo, através de processo seletivo.

Duração

O Curso de Graduação em Ciências Sociais terá a duração mínima de 03 (três) anos e máxima 07 (sete) anos letivos. Na habilitação Bacharelado o curso compreende 148 (cento e quarenta e oito) créditos, sendo 116 (cento e dezesseis) créditos obrigatórios e 32 (trinta e dois) créditos optativos, correspondendo a 2.220 (duas mil duzentas e vinte) horas. Para a Licenciatura o curso compreende 153 (cento e cinqüenta e três) créditos, sendo 129 (cento e vinte e nove) créditos obrigatórios e 24 (vinte e quatro) créditos optativos, correspondendo a 2.295 (duas mil duzentas e noventa e cinco) horas.

O aluno poderá cursar o máximo de 26 (vinte e seis) créditos, por semestre, em qualquer das habilitações.

O DCS conta atualmente com 19 Docentes-Pesquisadores. Deste total, 12 pertencem ao Quadro efetivo e 7 são Professores substitutos. Do total, 6 desenvolvem atividades nos quatro Núcleos de Pesquisa do DCS, nos quais participa também um Docente-Pesquisador do DCS aposentado.

Além disso, participam 8 Docentes-Pesquisadores com outro tipo de vínculo. São considerados aqui apenas os membros das equipes de pesquisa que tem ou tinham (no caso dos aposentados) como docentes-pesquisadores vínculos com as universidades.

Docentes Efetivos

Política

Caio Rubens Amado de Mattos

Paulo Sérgio da Costa Neves

Josadac Bezerra dos Santos

Ernesto Sdeil

Antropologia

Jonatas Silva Meneses

Luiz Alberto de Souza

Ulisses Neves Rafael

Maria Inês Smiljanic Borges

Eufrázia Cristina Menezes

Sociologia

Joelina Souza Menezes

José Rodorval Ramalho

Neilza Barreto de Oliveira

Rogério Proença de Souza Leite

Tâmara Maria de Oliveira

Josef Bruske

Linhas de Pesquisas

O DCS apresenta um amplo leque de temas nos seus Núcleos de Pesquisa, como mostrado a seguir:

* Estudos Urbanos e Culturais

* Exclusão, cidadania e direitos humanos

* Tradição e modernidade no espaço público brasileiro

* Sociedade e Educação

Todas os núcleos apresentam subprojetos (em total 16 subprojetos) que tratam o tema geral a partir de diferentes ângulos. Os docentes-pesquisadores sem vínculo com os Núcleos de Pesquisa do DCS apresentam outros temas (Linhas de pesquisa) que podem ser, teoricamente, a base para a formação de outros Grupos de Pesquisa, sendo predominante a preocupação com o mundo rural:

* Sociologia rural

* Etnologia indígena

* Educação e movimentos sociais

* Movimentos sociais

Pode-se incluir, nesta análise, ainda informações sobre o Curso de Mestrado em Sociologia do Núcleo de Pós-graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (NPCSS). Existem oito Grupos de Pesquisa, sendo seus respectivos temas:

* Educação, formação, processo de trabalho e relações de gênero;

* Exclusão, cidadania e direitos humanos

* Transformações no mundo rural

* História popular do Nordeste

* Itinerários intelectuais, imagem e sociedade

* Estudos Urbanos e Culturais

* Filosofia da história e modernidade

* Tradição e modernidade no espaço público brasileiro

Três destes Grupos de Pesquisa são idênticos aos temas dos Núcleos de Pesquisa do DCS, mais um corresponde a temática predominante dos docentes-pesquisadores sem vínculo.

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Ciências Sociais (Guia do Estudante)

Apresentação

É o estudo das origens, do desenvolvimento, da organização e do funcionamento das sociedades e culturas humanas. O cientista social estuda os fenômenos, as estruturas e as relações que caracterizam as organizações sociais e culturais. Ele analisa os movimentos e os conflitos populacionais, a construção de identidades e a formação das opiniões. Pesquisa costumes e hábitos e investiga as relações entre indivíduos, famílias, grupos e instituições. Desenvolve e utiliza um conjunto variado de técnicas e métodos de pesquisa para o estudo das coletividades humanas e interpreta os problemas da sociedade, da política e da cultura. Pode atuar nas áreas de ensino, pesquisa e planejamento, além de dar consultoria e assessoria a ONGs, empresas privadas e públicas, partidos políticos e associações profissionais, entre outras entidades.

Mercado de Trabalho

A oferta de profissionais e, consequentemente, a concorrência, são grandes. Mas o mercado tem aberto oportunidades para o cientista social. “A área que mais cresce é a de avaliação e monitoramento de políticas públicas”, diz o professor Mauricio Assunção Moya, coordenador do curso da UFRGS. O bacharel encontra vagas especialmente no setor público, fazendo o diagnóstico do impacto de grandes obras governamentais sobre determinada comunidade ou a avaliação de políticas públicas. Ele pode, por exemplo, verificar a eficiência da política de cotas nas universidades. Também pode trabalhar em órgãos públicos, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os cientistas sociais com formação específica em Antropologia são contratados para analisar e emitir certificações de origem de populações segundo sua etnia (como os quilombolas), para a implantação de políticas públicas. A atuação se estende a outros campos, como ensino, meio ambiente, desenvolvimento social, saúde, segurança e transportes. ONGs, fundações, institutos de pesquisa, assessorias parlamentares, bancos e os setores de recursos humanos e de políticas corporativas de empresas abrem possibilidades de emprego. Os licenciados podem lecionar como professores de sociologia, disciplina obrigatória no Ensino Médio. Outro setor que costuma contratar é o de pesquisa social e de opinião – por meio de institutos como Datafolha e Ibope. O cientista social é requisitado para trabalhar na área de planejamento e desenvolvimento urbano, elaborando diagnósticos socioeconômicos.

Salário inicial

R$ 3.270,00 (fonte: Federação Nacional dos Sociólogos).

Curso

Esse curso exige grande carga de leitura e acompanhamento constante das questões sociais, culturais e políticas. Sua matriz curricular é estruturada tendo como eixo principal três grandes áreas: sociologia, antropologia e ciência política. O grupo de disciplinas obrigatórias é composto de história, geografia, economia, psicologia, filosofia e metodologia científica. Há, ainda, aulas práticas, que incluem pesquisa de campo e coleta, análise e interpretação de dados empíricos. Quem opta pela licenciatura acrescenta à carga horária outras disciplinas obrigatórias, além daquelas do bacharelado, e deve cumprir estágio supervisionado. Algumas escolas oferecem programas de iniciação científica e exigem a elaboração de uma monografia no fim do curso.

Atenção

Há instituições que têm graduação específica numa das habilitações de Ciências Sociais, como sociologia, ciência política ou antropologia. Já o curso de Etnodesenvolvimento, da UFPA, em Altamira, é direcionado exclusivamente para indígenas, a fim de formar profissionais para lecionar e atuar nas aldeias e comunidades.

Duração média

Quatro anos.

O que você pode fazer

Antropologia

Estudar as diferentes culturas do homem. Investigar os diversos grupos sociais, culturais ou étnicos e as transformações ocorridas por causa do contato com outros grupos.

Ciência política

Analisar os sistemas, as instituições e os partidos políticos de um país, o comportamento político e as políticas públicas em suas diversas fases (elaboração, implementação e avaliação).

Sociologia

Investigar as relações, as estruturas e a dinâmica das sociedades modernas, analisando os processos históricos de transformação das organizações sociais.

Ensino

Dar aulas nos ensinos fundamental e Médio.

Pesquisa de opinião

Coletar e analisar dados sobre diferentes acontecimentos ou ocasiões para identificar o comportamento e a reação de grupos sociais em relação a eles.

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Licenciatura é principal mercado para sociólogos

Lei obriga escolas de ensino médio a oferecer aulas de sociologia e filosofia. Medida deve criar 15 mil vagas de emprego, segundo sindicato.

A partir deste segundo semestre de 2007, escolas de ensino médio de todo o país devem incluir conhecimentos de sociologia e filosofia em suas grades curriculares. A medida, prevista numa resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE), deve gerar pelo menos 15 mil novas vagas no mercado de trabalho de quem se forma em licenciatura em ciências sociais, profissão tema do Guia de Carreiras desta semana.

A perspectiva da quantidade de empregos é do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo (Sinsesp). Segundo dados da entidade, atualmente, 10 mil licenciados em ciências sociais já dão aulas no ensino médio, e outros 2 mil na graduação. Antes mesmo da resolução do CNE, 17 estados no país já ofereciam aulas de sociologia a seus alunos.

De acordo com Lejeune Mato Grosso de Carvalho, vice-presidente do sindicato e professor universitário, desses estados, alguns contam com aulas só no ensino público e outros também na esfera privada. Na visão dele, as demais unidades da federação devem se adaptar à nova determinação até o início do próximo ano, pois teriam dificuldade de incluir uma nova disciplina no currículo no meio do ano.

A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, por exemplo, já está fazendo estudos para analisar se é viável a inclusão das disciplinas no ano letivo de 2008 ou se será necessário um prazo maior, segundo informou a assessoria de imprensa da instituição. A resolução de número 4, de 16 de agosto de 2006, previa que as escolas deveriam se adaptar à medida no prazo de um ano.

A resolução, no entanto, não determinou que carga horária as disciplinas devem ter, nem que conteúdo deve ser ministrado. Segundo o CNE, essas e outras questões devem ser regulamentadas por cada estado. “Outro problema é a falta de livros didáticos, pois só existem seis de sociologia no país”, diz Carvalho.

Segundo ele, em um encontro de sociólogos realizado recentemente, foi decidido que a categoria vai pedir ao Ministério da Educação (MEC) que seja criado um grupo de trabalho para discutir essas questões.

Formação e mercado

Além da licenciatura, o aluno também pode se graduar em bacharelado. Neste caso, para exercer a profissão, é preciso tirar o registro na Delegacia Regional do Trabalho. O Sinsesp estima que haja 40 mil sociólogos no país. Desses, 15 mil estão concentrados em São Paulo.

De acordo com os especialistas, o bacharel tem formação ampla e campo de trabalho bastante diversificado. Uma área que gera empregos, por exemplo, é a de pesquisas de opinião, de mercado e sociais, na qual o profissional planeja o levantamento, elabora questionários, analisa resultados, treina pesquisadores de campo, entre outras funções. A demanda por profissionais, segundo Carvalho, deve aumentar no próximo ano por causa das eleições para prefeitos e vereadores.

“A pesquisa é importante para as cidades contemporâneas porque elas requerem cada vez mais informações para se autogerarem”, explica o professor Tom Dwyer, presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS). Há também o trabalho na pesquisa científica principalmente em universidades e órgãos governamentais.

Outras áreas de atuação são as de políticas públicas, elaborando medidas que podem ser aplicadas pelos governantes, e o setor de planejamento urbano. Segundo especialistas, há ainda muitos sociólogos que atuam em assessorias de políticos e parlamentares.

Um sociólogo pode trabalhar também em sindicatos, fazendo pesquisas sobre o perfil da categoria, por exemplo; em reforma agrária, com assentamentos e áreas de conflito; na área de meio ambiente, com a elaboração de relatórios e estudos de impacto ambiental, avaliando relatórios e pareceres técnicos e conduzindo pesquisas e análises.

Há ainda a área de lazer e entretenimento, onde o sociólogo trabalha na produção de projetos para o governo, instituições da sociedade civil e organizações não-governamentais.

Fonte: Portal G1 da Rede Globo

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Gostar de ler é essencial para o sociólogo

Outro requisito é ter curiosidade sobre a vida social.

No país, há 73 cursos de ciências sociais e cinco de sociologia.

Ler e estudar são requisitos indispensáveis para ser um bom sociólogo, afirmam especialistas da área. Ter curiosidade sobre a vida social e como ela funciona também são características importantes para quem pretende seguir essa carreira.

“Tem que ter uma mente aberta, não pode ser uma pessoa que já tenha soluções para as coisas”, define o professor Tom Dwyer, presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS). Ele dá uma dica para os estudantes da área: “Carreguem com vocês um caderno para anotar as coisas estranhas que vêm pela frente e sempre estejam abertos a surpresas”.

Para quem quer faz licenciatura na área é importante ser extrovertido e bom comunicador, pois é preciso usar a linguagem como ferramenta de trabalho.

Curso

Segundo dados do Ministério da Educação (MEC) há 75 cursos de graduação em ciências sociais no país e outros cinco que se denominam sociologia. O curso, em geral, dura quatro anos, tanto o de licenciatura como o de bacharelado. Quem opta por fazer os dois pode apenas complementar os créditos na faculdade, estudando por mais um semestre ou um ano, dependendo da instituição.

Segundo o professor Arthur Trindade, coordenador do curso de ciências sociais da Universidade de Brasília (UNB), a grade curricular das duas formações difere em apenas 20%.

Nos primeiros períodos, o aluno tem aulas de matérias básicas como história, filosofia, economia e aprende conceitos de teoria social clássica e contemporânea. Nos dois anos finais, há disciplinas mais práticas como metodologia das ciência sociais, técnicas de pesquisa, sociologia política, sociologia da comunicação, tradições culturais brasileiras, entre outras. Nos cursos de licenciatura, o aluno tem também aulas de práticas de ensino.

Há faculdades que oferecem formação com ênfase em sociologia, em antropologia e em ciência política. A UNB, por exemplo, diploma seus alunos nas habilitações de sociologia ou licenciatura em ciências sociais ou ainda antropologia.

Já a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) oferece apenas a formação em bacharelado e licenciatura em ciências sociais. Segundo o professor José Augusto Rodrigues, chefe do departamento de ciências sociais da instituição, a maioria dos alunos, após concluir o curso, ingressa numa pós-graduação e decide em que área quer aprofundar seus conhecimentos. A maioria escolhe uma dessas três áreas: sociologia, antropologia ou ciência política.

Fonte: Portal G1 da Rede Globo

  1. OLA BOM DIA, GOSTEI DO BLOG E SEU CONTEÚDO, MAS O QUE VOCÊ ACHA DO CURSO TECNOLÓGICO DE CIÊNCIAS SOCIAIS? E ONDE PODERIA ATUAR O TECNÓLOGO NESSA AREA. PRETENDO FAZER O MESMO AGUARDO CONTATO OBRIGADO.

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