Dicionário

Dicionário

Esta parte blog será responsável por colocar nas mãos de alunos e professores um instrumento prático e ágil para auxiliá-los no domínio dos conceitos básicos da sociologia. Este pequeno guia pode vim a ser de grande utilidade, já que a sociologia se tornou disciplina obrigatória dos currículos do ensino médio e poderá ser consultado a qualquer momento, nas mais variadas circunstâncias.

  • Agnosticismo
    Esse termo foi criado pelo naturalista inglês Thomas Huxley em 1869 para indicar a atitude de quem se recusa a admitir soluções para os problemas que não podem ser tratados com os métodos da ciência positiva, sobretudo os problemas metafísicos e religiosos. O próprio Huxley declarou ter cunhado esse termo “como antítese do ‘gnóstico’ da história da Igreja, que pretendia saber muito sobre coisas que eu ignorava”. Esse termo foi retomado por Darwin, que se declarou agnóstico em uma carta de 1879 – Desde então o termo foi usado para designar a atitude dos cientistas de orientação positivista em face do Absoluto, do Infinito, de Deus e dos respectivos problemas, atitude essa marcada pela recusa de professar publicamente qualquer opinião sobre tais problemas. Assim, foi chamada da agnóstica a posição de Spencer, que, na primeira parte dos Primeiros Princípios (1862), pretendeu demonstrar a inacessibilidade da realidade última, isto é, da força misteriosa que se manifesta em todos os fenômenos naturais. O fisiólogo alemão Du-Bois Raymond, num texto de 1880, enunciava Os sete enigmas do mundo (origem da matéria e da vida; origem do movimento; surgimento da vida; organização finalista da natureza; surgimento da sensibilidade e da consciência; pensamento racional e origem da linguagem; liberdade do querer), em face dos quais ele achava que o homem estava destinado a pronunciar um ignorabimus, já que a ciência nunca poderá resolvê-los. No mesmo período, essa palavra foi estendida para designar também a doutrina de Kant, porquanto esta considere que o númeno, ou a coisa em si, está além dos limites do conhecimento humano (v.NÚMENO). Mas essa extensão da palavra não pode ser considerada de todo legítima, dada a concepção kantiana de númeno como conceito-limite. É parte integrante da noção de A. A redução do objeto da religião a simples “mistério”, em cuja interpretação os símbolos usados são de todo inadequados.

  • Amarra corporativa
    Compromissos e regras firmados entre instituições e corporações que limitam a liberdade, a atuação autônoma e o desenvolvimento da criatividade. No âmbito acadêmico, podem contribuir à diminuição da diversidade de pesquisas, reduzindo a atividade intelectual e a livre produção de conhecimentos, levando a uma homogeneização do saber – devido aos interesses das corporações parceiras.

  • Axioma
    Afirmação cujo sentido corresponde a uma verdade, sendo que as evidências dessa verdade estão contidas nela mesma.

  • Ciência
    Conjunto de conhecimentos racionais, certos ou prováveis, metodicamente observados e verificados, relativos a objetos de uma mesma natureza.
  • Cultura
    Essa palavra já recebeu uma infinidade de conceitos por parte dos antropólogos, mas o mais atual é o que diz que a cultura é um mecanismo de controle, como uma “rede de significados” na qual todos nós vivemos como ensina o antropólogo norte-americano Clifford Geertz em seu livro, A interpretação das culturas, Editora Livros Técnicos e Científicos. Isso quer dizer que as pessoas atribuem sentido a tudo que as rodeia, os significados. Assim, tudo para nós tem um sentido, uma ideia ou um valor relacionado. Não agimos simplesmente, mas nossas ações têm um sentido qualquer que o antropólogo procura descobrir. As nossas ações são sempre orientadas por esse sentido, esse significado, de modo que possam ser compreendidas por outros indivíduos da mesma sociedade ou grupo social. Lembram-se do piscar de olho como fenômeno social? Quando piscamos flertando com alguém estamos transmitindo uma mensagem e essa é o sentido de que falo! Geertz nos diz que o antropólogo tenta o tempo todo descobrir o que as pessoas de determinada sociedade fazem e o que elas pensam estar fazendo. Isso nada mais é do que tentar entender o sentido que elas atribuem as suas ações. Como no caso do nosso estudo sobre o Carnaval. Aqui desejamos saber qual o sentido do Carnaval, o sentido de sua existência, porque ele existe e porque existe dessa forma e não de outra, no Brasil. E mais, o que nós, brasileiros, pensamos sobre ele. E ainda, o que ele, o Carnaval, nos diz sobre o Brasil. Sim, porque o Carnaval, como de resto todo fenômeno cultural, tem algo a dizer sobre a nossa sociedade. É que todo fenômeno cultural é sempre uma narrativa sobre a sociedade em que existe. Ah! Então chegamos em um ponto importante: para descobrirmos os significados ou sentidos de um determinado fenômeno, como o Carnaval, por exemplo, devemos “ler” esse fenômeno, como uma narrativa, uma “narrativa cultural”, e perceber aí o que esse fenômeno tem a nos dizer sobre a sociedade de que faz parte, pois ele nada mais é do que uma narrativa que os indivíduos dessa sociedade contam para eles próprios. E o que dizemos sobre nós mesmos por meio do Carnaval?
  • Estratificação social
    É a diferenciação de indivíduos e grupos em posição, status, estratos ou camadas diferentes e desiguais, mais ou menos duradouras e hierarquicamente sobrepostas. Isto é, diferenciação em camadas superiores e inferiores, hierárquicas, portanto. Todas as sociedades conhecidas são organizadas de modo estratificado, ou seja, a estratificação social é um fenômeno antigo, onipresente, diversificado em suas formas, onde as coisas mais importantes ou mais desejadas ou mais escassas na vida humana de uma determinada sociedade são distribuídas desigualmente entre os indivíduos dessa sociedade. Existem basicamente três tipos de estratificação: por castas, por classes e por estamentos. Um sistema de casta compõe-se de um número muito grande de grupos hereditários, geralmente locais, rigidamente endogâmicos (endogamia é uma regra de casamento que obriga o indivíduo a escolher seu cônjuge dentro do mesmo grupo local, étnico ou de parentesco; seu contrário, exogamia, é a regra social que exige que os casamentos se deem entre pessoas de diferentes grupos), dispostos numa hierarquia de inferioridade e superioridade, impermeáveis à mobilidade social (os indivíduos não mudam de castas), reconhecidas por lei e quase sempre possuem um fundo religioso. Cada casta possui um estatuto, quer dizer, existem normas de convivência entre os indivíduos de castas diferentes. A classe social é um agrupamento legalmente aberto, apesar de ser na realidade semifechado, ou seja, não é tão rígido como as castas, mas não é tão fácil também os indivíduos mudarem de classe social. Classes sociais diferentes são antagônicas e conflitantes por definição. É um agrupamento social mais ou menos organizado, onde seus componentes têm, em parte, uma consciência de sua unidade e existência e em parte não. Normalmente define-se por múltiplos vínculos sociais, principalmente econômicos (como a classe dos que vendem sua força de trabalho e dos que são proprietários), ocupacionais e por estratificação social no sentido de seus direitos e deveres essenciais, em contraste com os direitos e deveres das outras classes. Já o estamento constitui uma forma de estratificação social em camadas mais fechadas e rígidas que as classes sociais e, por outro lado, mais abertas e flexíveis que as castas, reconhecidas por lei e geralmente ligadas à ideia ou noção de honra. Um exemplo, nas sociedades feudais, são o estamento dos nobres e o dos vassalos e, na sociedade moderna, são os estamentos burocráticos do governo ou o estamento político (os políticos). Esses são conceitos usados pelos cientistas sociais para dar conta da realidade social, tão complexa e intrincada. Um exemplo de sistema de casta pode ser encontrado na Índia, por exemplo. E de sociedade de classes podemos citar o Brasil, um país onde existe uma grande desigualdade social. Como já foi dito, toda sociedade é estratificada e, por isso mesmo, possui alguma forma de hierarquia, mesmo sendo democrática. Pois a estratificação refere-se à organização social e a democracia, a um regime político, onde a hierarquia não é tão visível, mas existe. Outro conceito usado para expressarmos a condição das pessoas na sociedade se não queremos ou não achamos adequado os citados acima (casta, classe social e estamento) é o de categorias sociais, quer dizer, um agrupamento de indivíduos de uma determinada sociedade que podem ser tratados como grupo de acordo com o critério que usamos, por exemplo, a categoria dos esportistas, a categoria dos indivíduos alfabetizados, a categoria dos aposentados etc.
  • Hierarquia
    Para entendermos essa palavra é bom ouvirmos o que o antropólogo Louis Dumont tem a nos dizer. Para ele, “o homem não apenas pensa, ele age. Ele não tem só ideias, mas valores. Adotar um valor é hierarquizar, e um certo consenso sobre os valores, uma certa hierarquia das ideias, das coisas e das pessoas é indispensável à vida social” (Homo Hierarchicus. O sistema de castas e suas implicações, 1997, p. 67). Isso nos ensina o seguinte: ideias e valores são pensados por qualquer pessoa e são eles que vão direcionar nossa ação. Ideia todo mundo sabe o que é, mas e valor? Bem, como a própria palavra indica, valor é tudo aquilo dotado de significado para nós, tudo que tem importância. Perceberam? Um valor pode ser uma ideia como a igualdade social ou ainda uma norma moral como o respeito ao próximo. E conforme o antropólogo citado acima diz, quando adotamos um valor, nós criamos uma hierarquia, pois os valores são sempre organizados numa ordem que vai do mais importante ao menos importante. Mas nas sociedades o que ocorre é o seguinte: as sociedades estabelecem seus valores e, a partir deles, classificam tudo – ideias, comportamentos, coisas e pessoas. E quando eu digo classificam, eu quero dizer que estabelecem entre tudo o que existe uma relação hierárquica! Aí está mais um conceito importante do nosso “sociologuês”. Um exemplo? Bem, para nós algumas pessoas são consideradas muito importantes, não é mesmo? É o caso dos “figurões”, das pessoas com alto poder aquisitivo ou de estrelas da televisão, por exemplo. Por que valorizamos tanto essas pessoas? Porque, no Brasil, como em qualquer país capitalista, se dá muita importância ao status pessoal, à posição do indivíduo na sociedade, ao poder de consumo de cada um. O uso de um tênis da marca X ou Y, o fato de ter um celular, a frequência a determinados barzinhos ou clubes, indicam que tais indivíduos são de determinados grupos sociais. Os objetos, as roupas, a linguagem etc. indicam a origem e a posição social dos indivíduos e, portanto, seus valores. E isso vai dizer em que lugar da hierarquia social esse indivíduo está. A hierarquia existe em todas as sociedades, mesmo nas democráticas, pois ela não está relacionada a um regime político específico, mas à própria organização social, que é sempre hierárquica, sendo que em umas sociedades mais do que em outras.
  • Ideologia
    Essa palavrinha tem muitas definições, mas o que mais nos interessa é saber que ela indica que existe na sociedade um conjunto de ideias e valores em que todo mundo acredita. Assim são as verdades afirmadas sem nenhuma necessidade de prova (e que nem mesmo se admite que sejam questionadas), como os preconceitos, os dogmas religiosos e políticos. Se uma determinada crença, considerada como ideologia, não necessita de prova para ser afirmada como verdadeira também não quer dizer que não seja verdadeira! A função da ideologia é a manutenção da identidade de um grupo social e a conquista ou a manutenção da posição que ele tem no conjunto da sociedade. Isso quer dizer que existe uma ideologia que é considerada dominante na sociedade porque suas ideias e valores prevalecem em relação às dos outros grupos. A ideologia não é simplesmente uma farsa ou uma mentira, apesar de algumas pessoas pensarem assim (a ideologia como ocultando a verdade), mas ela é uma crença comum a várias pessoas ou a toda sociedade e que dispensa a prova, apenas isso. A ideologia não deve ser considerada algo positivo ou negativo só porque é ideologia. Isso também seria uma postura ideológica! A ideologia, em si mesma, não é nem boa nem ruim, apenas um modo de explicarmos as coisas diferentes da ciência. E mesmo a ciência pode ser usada como ideologia para diversos fins, como no caso do uso de algumas teorias científicas da biologia pelos nazistas para justificar o racismo. Para a antropologia esse conceito é importante porque nós não agimos senão de acordo com o que acreditamos. Talvez isso fique mais claro se pensarmos no seguinte exemplo: em todas as situações da vida devemos fazer distinção entre “o que é” e “o que se diz que é”. Lembram-se do exemplo da propaganda do sabão em pó? Então, uma coisa são os fatos, a “realidade”, e outra são as explicações que são dadas aos fatos, que é a ideologia. Entenderam? A ideologia é a explicação que damos à realidade na ânsia de explicá-la ou de justificá-la.
  • Ineditismo
    Qualidade de algo que nunca foi visto, divulgado ou publicado. O caráter inédito tem uma forte relação com a produção científica, diferentemente da inovação que é própria do âmbito tecnológico. Apesar das distinções – visto que uma inovação pode surgir da combinação de elementos já existentes, aprimorando e desenvolvendo determinada instância tecnológica, por exemplo –, o ineditismo é um conceito paralelo ao anterior, pois suscita a ideia de uma proposta ainda não explorada.
  • Inovação
    Aperfeiçoamento de um produto, criação de um novo produto a partir de outro já existente, desenvolvimento de uma nova área, de um novo setor no campo da pesquisa ou da tecnologia.
  • Relativismo e Etnocentrismo
    Essas são posturas distintas frente às culturas diferentes de sociedades diferentes. O conceito de relativismo está intimamente relacionado ao de etnocentrismo, que significa a supervalorização da própria cultura em detrimento das demais, como quando pensamos nos índios como “primitivos” ou como fazem indivíduos norte americanos ou europeus quando falam dos latino-americanos (nós) como atrasados, e também o contrário, quer dizer, a supervalorização de outra cultura em detrimento da nossa. O olhar etnocêntrico é preconceituoso. A posição relativista liberta o indivíduo da perspectiva deturpadora do etnocentrismo. Olhar de modo etnocêntrico uma outra cultura é tentar explicá-la nos moldes da nossa própria e, ao contrário, olhar com as lentes do relativismo cultural é entender ou compreender culturas diferentes nos seus próprios termos.
  • Rito ou Ritual
    Toda manifestação dos sentimentos e emoções de um indivíduo ou vários, no caso de um determinado grupo social, em qualquer meio e através de qualquer ação pode ser um ritual, ou melhor, pode ser ritualizado. Mas como? Rito ou ritual é um certo comportamento padrão, condicionado, às vezes exagerado e que expressa às crenças, valores e modos de perceber a realidade de um certo grupo social. Podem ser sagrados ou profanos, no caso de virem associados a algum tipo de culto religioso ou não. O rito ou ritual é um conjunto de atividades que apresentam comportamentos tradicionais, aceitos e compartilhados por todos e que revelam, implícita ou explicitamente, crenças, ideias, valores, atitudes, sentimentos e desejos das pessoas que o praticam. Mas o rito ou ritual é sempre de natureza combinatória, quer dizer, é composto por elementos que já existem na vida social e é sempre um discurso (uma narrativa) ou uma interpretação de fatos da sociedade. O casamento é um rito, o parto é um rito, o vestibular é um rito, os cultos de todas as religiões são ritos, o Carnaval é um rito, os desfiles na comemoração do Dia da Independência é um rito, o natal é um rito, o funeral é um rito etc. Isso nas sociedades como a nossa, ocidentais. Nas sociedades tribais, por exemplo, existem diversos ritos como os que são realizados quando as crianças nascem ou quando os jovens entram na adolescência ou ainda antes da guerra ou da colheita. Existe uma classificação dos ritos. Assim temos os ritos propiciatórios ou de intensificação (relacionados à sobrevivência da comunidade, como os que são realizados para se conseguir uma boa colheita, para que as chuvas aconteçam, para que as pescas sejam abundantes etc.), os ritos de reforço (visam à manutenção da hierarquia socialmente constituída, como os que lembram momentos históricos importantes para essa sociedade), os ritos de inversão (é o contrário dos ritos de reforço, pois subvertem a hierarquia e visam à destruição das leis e normas existentes, mesmo que temporariamente), os ritos de neutralização (neutralizam a hierarquia e as normas, como as festas religiosas), os ritos de passagem ou transição (ocorrem quando os indivíduos de uma sociedade passam de uma posição social para outra e assumem novo status, como no caso do nascimento, puberdade, matrimônio, morte e, nas sociedades ocidentais, também o vestibular, o ENEM, a defesa de uma dissertação de pós-graduação etc.), os ritos de iniciação (cerimônia efetuada quando da iniciação de um indivíduo a alguma atividade ou responsabilidade, como o Waia das tribos Xavantes, que é um rito de iniciação dos jovens de sexo masculino e que prova sua masculinidade, coragem, habilidade e força) etc.
  • Sagrado e Profano
    O sagrado refere-se ao incomum, ao extraordinário, ao sobrenatural, àquilo que se reveste de uma importância muito grande para um determinado grupo social e que por isso torna-se objeto de culto para esse grupo. Gera atitudes de medo, de circunspecção, de respeito, de reverência. Promove a sensação do desconhecido e do divino. O sagrado inspira o êxtase ou o transe místico, por exemplo. O profano refere-se ao comum, ao ordinário, ao natural, ao cotidiano, àquilo que é parte do dia-a-dia dos indivíduos. Produz atitudes de aceitação, tranquilidade, familiaridade. Promove a sensação do conhecido. Então, o sagrado normalmente vem associado ao religioso e o profano, ao não religioso.
  • Sincretismo
    O sincretismo pode ser definido como uma “mistura” ou fusão de elementos de culturas diferentes. Aliás, nenhuma cultura permanece isolada, já ensinava um dos grandes mestres da antropologia, o alemão Franz Boas, e isso nos leva a pensar que a cultura, sendo dinâmica e mantendo contatos com outras, sofre transformações de modo constante. Essas transformações que se dão por trocas culturais são chamadas de sincretismo quando há essa “mistura” ou fusão entre aspectos culturais semelhantes ou análogos de culturas diferentes. Isso ocorre tanto no terreno da religião (a umbanda, religião que apresenta aspectos oriundos das tradições africanas, indígenas e europeias), na língua (é o caso das metáforas, palavras usadas para realçar as funções ou sentidos de outras, como “abacaxi”, que pode ser tanto a fruta como um grande problema) ou em relação a outros tipos de fenômenos como o Carnaval, que também apresenta um sincretismo entre traços culturais europeus e africanos.
  • Sujeito historicamente situado
    Indivíduo inserido em um ambiente e em um período histórico, isto é, em um contexto que determina certas características, inclusive, de seu modo de pensar e agir diante das mais diversas circunstâncias do cotidiano.
  • Tecnologia
    Aplicação da ciência visando à fabricação de bens, à prestação de serviços ou a qualquer outro tipo de atividade.

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